sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Cãoflexão

Ao invés de correr atrás da bolinha e de roubar o meu chinelo embaixo da mesa, como sempre faz enquanto tomo o meu café-da-manhã, hoje ela ela estava lá, sentadinha, sem graça, num canto da cozinha. Ela que só costumava parar ou calar (não necessariamente ao mesmo tempo) quando dormia, dessa vez estava meditando, em silêncio, olhando para o nada.
Mais uma semelhança que encontrei entre os cães e a gente quando fui procurar a razão de tanta melancolia: a Lilica ficou mocinha.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Combinado não é caro!

Quem me conhece bem, às vezes se incomoda um pouco com esse meu jeito repetitivo de esclarecer as coisas.
Quando, numa segunda-feira, combino com uma amiga um jantar para o sábado, por exemplo, pergunto-lhe umas três vezes, no decorrer da semana: então sábado, em tal lugar, a tal horas, né? Sempre penso que ela pode se esquecer do compromisso, pode errar o lugar, ou simplesmente pode me deixar esperando uma hora sozinha na mesa porque errou o horário.
Para o Marcio é a mesma coisa. Quando peço para ele pagar uma conta no dia seguinte, invariavelmente, no dia seguinte, antes de sair de casa, deixo a conta no meio da carteira dele para ele lembrar meeesmo. E antes do fim do expediente bancário, ligo de novo para confirmar se a conta já foi paga. Mesmo assim, não foram raras as vezes em que ele esqueceu de pagar a conta, apesar de tantos lembretes, porque, afinal, "- não é sempre você quem paga as contas, querida?".
Ou quando vou falar com a mulher do Ourocard: " - Então, Fulana de Tal, você entendeu que eu quero cancelar o meu cartão. Mas é o do BB e não da CEF, hein? Quer anotar de novo o número? Repete para eu ver se você entendeu direito. Isso, isso mesmo. Então obrigada por cancelar o meu cartão nº xxxxxx, do BB e não da CEF e ainda bem que esta ligação está sendo gravada às XXhoras do XXdia".
Na vida profissional, não gosto de firmar acordos verbais. Nada como um contrato escrito, minucioso e claro sobre as regras do jogo. Quem faz o quê, em que momento, data do pagamento etc etc.
Parece coisa de louca? Pois é, parece. Mas não é. Eu já vivi o suficiente para aprender que a comunicação é algo muito complexo. E o bom senso é a coisa mais subjetiva do mundo! Só existe na cabeça de cada um. O que é claro para uma pessoa, pode não ser tão claro para a outra.
Então, principalmente no ambiente de trabalho, mesmo quando se tratar de um projeto que não envolva valores em pecúnia, é importante traçar bem as funções, obrigações e deveres de cada parte envolvida. Porque, em algum momento, alguém vai dizer que não era bem assim que tinha ficado entendido. E aquela conversa tão clara, tida lá atrás, se torna bastante complexa, cheia de subentendidos, entrelinhas, senões...
Moral da história: nunca parta do pressuposto de que o outro está entendendo o que se passa na sua cabeça ou que interpretou corretamente a sua mensagem. Parta do princípio de que o ser humano é um bicho bastante complicado e de que o combinado nunca é caro.

Vale registrar que, todas as vezes em que abri exceções a esse meu jeito "chato" de ser, eu me lasquei. O não combinado saiu muuuito caro (ou pelo menos me rendeu uma boa dor de cabeça).

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Irritante

Nada mais irritante do que sair de casa numa manhã de chuva em São Paulo. Tem gente que parece que é feita de açúcar: é só rolar uma garoinha que se derrete toda. E o trânsito, para variar, vira um caos.
Não é que seja uma maravilha o trânsito em São Paulo numa manhã de sol. Mas, por que é que com chuva tem que ser pior? As pessoas desaprendem a dirigir? A pista fica tão escorregadia assim que ao invés de 60km tem que rodar a 20km por hora? E não me venha com a desculpa de enchente, porque hoje não teve enchente em lugar nenhum, foi só garoinha boba.
Queridos, só é perigoso CORRER na chuva, não tem perigo dirigir como gente normal. Pelo contrário, isso é extremamente recomendável.
Será que as pessoas se esquecem que São Paulo é a terra da garoa e é preciso se acostumar com a chuva? Seguir em frente, viver a vida... Quem não sabe viver nessas condições devia se mudar para Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Piauí, esses lugares em que quase não chove. E quando chove não tem problema, porque não tem tanto carro assim.
Se for em Natal, dá para dirigir bem devagarzinho nas dunas, igual os jegues que circulam por lá, correndo o único risco de ser atingido por um bugue... e com emoção!
Enfim, dá para medir o tamanho da minha irritação no dia de hoje, quando levei duas horas para chegar de casa a uma reunião importantíssima? E atrasada?
Até de tarde passa. Afinal, tenho que me preparar psicologicamente para a volta para casa, que promete não ser muito melhor do que esta manhã. Segundo a Band News, deve haver períodos de chuva esparsados durante todo o dia de hoje. Tô até pensando em aprender esses "troços" de meditação e yoga para ver se fico mais calminha. Mas só para praticar durante o trânsito, onde não tem nada para fazer. Ou então posso comprar aqueles CD's de aprenda "mandarim" sozinho. Considerando o tempo que passo no carro, em 01 mês serei fluente no idioma.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Minhas Leituras de Julho de 2009

Já faz alguns anos que costumo cumprir um ritual todo começo de mês: saio do escritório no finzinho da tarde e páro no shopping Villa Lobos. Tomo um cafezinho na Kopenhagen para reabastecer as energias e me dirijo à Livraria Cultura, de onde só saio com as portas já fechadas.
Fico passeando no meio daquele monte de livros, folheando, lendo alguns pedaços, às vezes capítulos inteiros... Peço até sugestões dos vendedores, embora eles já saibam que quase sempre acabarei optando por tudo menos os livros que eles indicaram.
Levo muito a sério a escolha dos livros que lerei. E dificilmente os pegarei emprestados, pois para mim não há maior riqueza do que uma biblioteca. Quero envelhecer como o José Mindlin, cercado por 45.000 livros, lúcido aos 95 anos de idade, com uma sabedoria invejável.
Nesse meu ritual da livraria, costumo escolher somente os livros daquele mês específico. E não retorno até terminar de ler tudo. Não fico acumulando livros não lidos na minha estante. Isso acaba tendo um efeito muito bom, pois me deixa focada em ler rapidamente para voltar logo e adquirir as outras dezenas de livros que estou ansiosa para ler.
Na minha última visita à livraria, coincidentemente adquiri duas auto-biografias de mulheres do Oriente: "Minha Vida Como Traidora" (http://www.minhavidacomotraidora.com.br/livro.asp), de Zarah Ghahramani; e "Em busca de Fátima", de Ghada Karmi.
"Minha Vida como Traidora" é um livro tão marcante, mas tão marcante, que li em quatro dias e fiquei mais de uma semana digerindo tudo o que li. Conta a história de Zarah, uma garota nascida em Teerã (Pérsia, ou Irã) na época em que o poder estava sendo tomado pelos fundamentalistas religiosos. Dentro de casa, vivia uma vida diferente daquela imposta pelas escolas e pelo governo, pois sua família, mais liberal, lhe dava amplo acesso à leitura. Isso acabou gerando sua prisão assim que ingressou na universidade, já que se envolveu com o movimento estudantil e participou de tímidos protestos contra a ordem instalada na universidade, frise-se (protestos contra a demissão de um professor, por exemplo). As torturas que lhe foram impostas talvez só não tenham sido piores do que a morte. Mas ela não fala só de dor, em meio a seus relatos, há muito da cultura persa e referências à poesia e literatura. Vale muito a pena! Leia ontem!
Já o livro "Em Busca de Fátima" foi escrito por uma palestina expulsa de sua casa durante a fundação de Israel. Quando o governo britânico se retirou da Palestina, os imigrantes judeus entraram em guerra com os árabes e a maioria das famílias fugiram para países vizinhos. Ghada foi para a Inglaterra e lá viveu a maior parte de sua vida, mas sem nunca esquecer a terra perdida. Gostei bastante do livro pela história, mas achei que a forma de escrever é um pouco simplória, não flui como o livro da Zarah. Enfim, é para ser uma auto-biografia e não uma obra-prima literária, não é mesmo? E, nesse sentido, ela cumpre o seu papel.
Como mês passado eu li duas auto-biografias do oriente, neste mês, para equilibrar, estou lendo um livro que o meu irmão ganhou e me emprestou, pois esse eu nunca compraria por conta própria. É a biografia do Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo, estadunidense e amante da Coca-cola. Ninguém vai poder falar que eu não sou democrática em minhas leituras. Quando terminar eu te conto.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Programinhas culturais no inverno de São Paulo

Com esse frio que tem feito ultimamente, os melhores programas para o fim-de-semana em São Paulo são mesmo cinema e teatro.

Mês passado eu assisti um filme francês no Bristol, mas não sei se ainda está em cartaz em algum lugar. Chama-se “Inimigo Público nº 1 – Instinto de Morte” e conta a história real de um dos mais famosos e violentos assaltantes franceses da década de 60: Jacques Mesrine. Após servir a guerra na Argélia, ele volta para a França, onde ingressa no mundo do crime - começa invadindo casas vazias, até chegar aos assaltos a bancos e assassinatos. Num determinado momento, foge para o Canadá, onde continua “tocando o terror”.

Eu achei o filme extremamente violento e saí bastante chocada do cinema. Minha impressão foi de que uma pessoa tão má como esse Jacques Mesrine não merecia ter sua história contada para o mundo. Mas, enfim, para os meninos que gostam de ação, aviso que o filme é bem paradão, muito mais de violência do que de ação.

Outro filme que também não recomendo é “A Mulher Invisível”, com o Selton Mello e a Luana Piovani. Muito sem graça, muito bobinho. Me pareceu filme de criança. Mas o Marcio gostou. Ele disse que foi da história, embora eu esteja certa que foram as curvas da Luana Piovani que mais o impressionaram.

Filme bom mesmo foi o que eu vi domingo passado no Cinemark: “A Proposta”, com a Sandra Bullock. Não é só mais uma comédia romântica de Hollywood não. É muuuuuito comédia. Coisa de você gargalhar praticamente o filme inteiro.

Fomos com mais um casal e, obviamente, os homens não queriam ver esse filme, porque achavam que era coisa de mulher. No final, dava para ouvir mais a risada dos homens do que das mulheres. Portanto, é ótimo para quem quer fingir que está fazendo um grande favor para a namorada e, na verdade, vai fazer um favor a si mesmo. Você sai leve do cinema, de bem com a vida... Verdadeira terapia!

Esse filme, por sinal, foi muito melhor do que a peça de teatro que havíamos assistido no fim-de-semana anterior: “Advocacia Segundo os Irmãos Marx”, com a Heloísa Perissé, em cartaz no Teatro Folha. No que supostamente era para ser uma comédia, eu não consegui dar uma risada e não via a hora que acabasse: me deu sono. Não sei por que eu quis ver essa peça. Eu já tinha detestado “Cócegas”, com a mesma atriz. Acho que foi o título que me atraiu: advogado e Marx na mesma linha, rs. Para quem gosta do humor besta do “Zorra Total”, talvez valha a pena.

No mesmo teatro está em cartaz uma peça muito mais legal, que eu vi também há pouco tempo: “Confissões das Mulheres de 30”. As atrizes são as mesmas do seriado Mothern, da GNT, e são muito boas. Souberam retratar de uma forma bem-humorada as mazelas das balzaquianas. No meu caso, que já estou chegando nos 30, foi identificação total! Mas não tente levar um adolescente para assistir essa peça, porque ele não vai entender nada: é um humor direcionado para uma faixa etária maior.

Ainda na linha do teatro, recebi indicações ótimas de duas peças, que estão na minha lista de próximos programas obrigatórios: “A Alma Imoral”, em cartaz no Teatro Eva Herz (http://www.livrariacultura.com.br/teatro/alma_imoral.asp); e “As Centenárias”, em cartaz no Teatro Raul Cortez (http://www.fecomercio.com.br/pagina.php?tipo=20&pg=1319).

De outro lado, umas três pessoas ou mais já me disseram que foram ver “A Festa de Abigail”, acreditando nas ótimas críticas da Veja S. Paulo (quem mandou ler essa porcaria?), e se deram mal: simplesmente detestaram a peça. Portanto, não vou pagar para ver, rs.

Ainda falando em programação cultural, fui ver a “Cavalleria Rusticana”, de Pietro Mascagni, no Theatro São Pedro neste último sábado. Eu não gosto muito de ópera, mas essa eu curti bastante e é bem curtinha, não dá tempo de cansar. Se alguma orquestra apresentar novamente essa ópera no Brasil, eu recomendo.

Encerro aqui meu momento "crítica" de cinema e teatro e faço a ressalva que "gosto é gosto". Sendo assim, tudo o que eu detestei você pode adorar e vice-versa.

No próximo post vou falar das minhas leituras de julho.

domingo, 26 de julho de 2009

Poços de Caldas/MG


No último feriado (9 de julho – Revolução Constitucionalista) estive em Poços de Caldas/MG. Eu estava um pouco cansada de ecoturismo e quis fazer uma viagem conforto. Pegamos um hotel com pensão completa em uma cidade tranqüila, com o propósito único de relaxar.
A cidade é fofa, tem lugares lindos, como o Jardim Japonês e a Fonte dos Amores e até fábricas de cristais de “Murano” para visitação – e compras, obviamente.
Fizemos o passeio de teleférico até o morro mais alto da cidade, onde tem uma estátua do Cristo Redentor e descemos a pé - uma caminhada de uma hora, desfrutando a paisagem entre as curvas da estradinha.
É uma boa opção para quem não está no clima do agito de Campos do Jordão. As termas, com águas sulfurosas, teoricamente medicinais, existem desde a época de Getúlio e JK, que costumavam se hospedar no hotel mais antigo da cidade, o Palace Hotel.
Aliás, é na frente desse hotel que se realiza a Sinfonia das Águas, uma orquestra interessante, ao ar livre, durante os fins-de-semana do mês de julho. Eu achei bem engraçado, porque eles usam uns efeitos de luz e acham o máximo, rs. Por exemplo, toca a música do tubarão e eles fazem um desenho do tubarão com laser na parede ao fundo. Ou então, toca a música do ET e aparece um bichinho voando para o céu de bicicleta, tudo com laser, hahahaha. A cidade inteira vai assistir esse evento.
Poços é muito verde, repleta de jardins e praças e, próximo ao local onde se realiza a sinfonia das águas, há um café delicioso que fica aberto até as 22:00hs. É possível sentar-se no meio desse micro parque do Ibirapuera para tomar um café, um sorvete ou comer um sanduíche e admirar as estrelas entre as árvores.
Nós ainda tivemos tempo de ir conhecer o Golf Clube da cidade. Mesmo não sendo sócios e não entendendo nada do esporte, fomos muito bem recepcionados e ainda nos emprestaram tacos e bolinhas para brincarmos um pouco. Pagamos vinte reais para um caddy nos auxiliar (pegando as bolinhas) e também nos ensinar o básico. Jogamos por mais de uma hora! Fiquei com muita vontade de praticar esse esporte depois disso.
Ainda faltou visitarmos o Walter Parque (um parque temático de diversões da cidade) e patinarmos no gelo. Mas achamos que esses programas estavam um pouco infantis demais, considerando que seríamos os únicos adultos desacompanhados de crianças a fazê-los.
Apesar de tudo, da beleza do lugar, das diversas fontes de água espalhadas pela cidade, da hospitalidade, do conforto etc, fiquei meio entediada. Faltou aventura. Faltou colocar o pé na lama. Fazer trilha. Andar de barco. Faltou ecoturismo.
Foi nessa viagem que cheguei a uma conclusão que há tempos meus amigos já diziam: quem gosta de viagem de aventura não é só o Marcio não, sou eu também. Fazer só viagem conforto não tem graça. A não ser que o conforto venha depois de muito desconforto. O legal mesmo é acampar no mato por dois dias e depois passar outros dois num resort cinco estrelas. Ficar só no resort cinco estrelas os quatro dias não é tão legal assim. A gente tem que merecer, como se fosse uma recompensa.
Acho que é por isso que, quando fomos à Europa, a parte da viagem que mais curti foi a Alemanha, onde “mochilamos”: só andamos de trem e ônibus, cada dia inventávamos o próximo roteiro, íamos descobrindo sozinhos os lugares. Antes disso havíamos passado pela Itália de excursão, tudo programadinho, só hotelzinho bom, no conforto do ônibus e dos guias nos paparicando. Não foi tão legal assim.
Mas, voltando ao tema inicial, para quem quer descansar, comer bem, curtir um lugar romântico e família, Poços de Caldas vale a viagem e é muito perto de São Paulo. Ainda dá para ir para Águas da Prata, que é bem vizinha e também famosa por suas fontes.

Observação importante: se você for, não deixe de brincar numa das barraquinhas típicas de festa junina localizadas próximas ao Palace Hotel. Fiz o Marcio perder um dinheirão para tentar ganhar uma tartaruga gigante de pelúcia para mim nas argolas, mas nem a bola de plástico ele ganhou. Uma vergonha, considerando que um menininho de uns oito anos ganhou duas! Essa foi a única parte meio frustrante da viagem, apesar do Marcio até ter cogitado comprar a tal tartaruga. Mas comprar não tem graça, o legal é ganhar! Acho que vou voltar o ano que vem só para tentar de novo, rs.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Cosmopolitan


Faz tempo que não escrevo nada. Mas o problema é justamente esse: o tempo, ou a falta dele. Só não sei se eu é que sou mal administradora do meu tempo ou se tenho trabalhado muito mesmo. E aí eu não posso reclamar, né? Melhor trabalhar demais do que “de menos”.

Enfim, agora que tenho um pouco de tempo, vou parar de falar dele antes que ele se acabe. Conversa de louca, hein? Hahahahaha.

Ontem eu fui a uma churrascaria com o Marcio e a família dele. Sei lá o que me deu, que resolvi pedir um Dry Martini. Mas eu estava imaginando aquele coquetel docinho, com uma frutinha dentro, naquelas taças triangulares super charmosas, iguais das meninas do seriado “Sex and the City”.

Para minha decepção, o que me chegou foi o drinque do James Bond, até com o gosto de James Bond. Ai que coisa foooorte! Só o 007 mesmo para conseguir engolir aquilo e ainda comer a azeitona.

Graças a um dos meus melhores amigos, o Mr. “Google” (conhece?), descobri o que eu queria beber e não consegui beber ontem. Era o “Cosmopolitan”.

Tem um lugar ótimo em São Paulo que serve esses coquetéis super charmosos, bem mais leves, que às vezes envolvem ou não o Martini, mas que sempre são servidos na taça do Martini: Bar Gabriel (http://www.bargabriel.com.br/gabriel1024.html). Fui lá há algum tempo (mais de ano) com minhas amigas e amei. Lembro que fizemos uma degustação de vários sabores, cada uma pediu um e ficamos trocando. Enfim, gostei mais da bebida do que da comida, mas talvez seja porque lá pelas tantas eu nem lembrava mais o prato que havia pedido.

Tenho ainda várias coisas para contar aqui. Minha viagem no feriado de 09 de julho para Poços de Caldas/MG, minhas aventuras no Paintball, o livro maravilhoso que já li este mês (“Minha Vida como Traidora”)... Só que, por absoluta falta de tempo, resolvi deixar esse post aqui sobre uma coisa bem inútil, como o Cosmopolitan. Espero que meus escassos leitores me perdoem. Quando eu tiver tempo, e de novo o TEMPO, juro que escrevo de novo e algo bem mais legal.

Bom tempo a todos!